um dia...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Orientação Espiritual
12-09-2007
The Curator: explica-me tudo / Fuckquartaparede: isto foi algo que me surgiu hoje, ainda estou a estudar, porque tenho que fundamentar isto, como é obvio. / Fuckquartaparede: eu andei a investigar os varios tipos de parede que temos / The Curator: boa! / The Curator: isso parece-me certeiro /Fuckquartaparede: quer no mundo do espectaculo, como no teu quotidiano, certo? /The Curator: sim /The Curator: isso acho bem /começar pelo obvio e evidente / Fuckquartaparede: as paredes que temos no dia a dia, condicionam o teu papel de espectador inclusive / The Curator: n acho bem bem deixo de achar, está certo / The Curator: e é isso que interessa: está certo / Fuckquartaparede: sim, tambem ando a investigar os diferentes tipos de espectadores, mediante as paredes que dai advem / The Curator: ok / The Curator: mais complexo, mas certeiro tb / Fuckquartaparede: um espectador poetico por exemplo, nao ve uma parede de betao num espectaculo, como a sua visao do mundo é poetica/romantica, ve apenas uma parede de tecido que se vai esvoaçando ja que se deixa ir na vibraçao do espectaculo / Fuckquartaparede: ja o ceptico, ve uma parede de betao, porque nao acredita /The Curator: loooool /The Curator: escreve isso / Fuckquartaparede: sim / The Curator: e põe no blog / Fuckquartaparede: ou seja, sendo a quarta parede imaginaria, a sua densidade e complexidade esta sempre dependente do tipo de espectador qe a cria / The Curator: ok / Fuckquartaparede: estou a ser filha do dogma? /The Curator: até agora sim /The Curator: quero perceber é como chegas ao stencil / Fuckquartaparede: eu descobri que o especatdor prequiçoso, é o pior, porque tem a parede de aço, esse fica em casa / Fuckquartaparede: a ver o que? / Fuckquartaparede: televisao / The Curator: ui / Fuckquartaparede: ai temos uma quarta parede concreta / The Curator: e daí o stencil? / Fuckquartaparede: tambem / The Curator: é que isso já me parece muito rebuscado / Fuckquartaparede: ainda nao consegui simplificar isto / The Curator: a ideia de partires para uma ideia de intervenção urbana não está errada / Fuckquartaparede: eu sei senhor curator / The Curator: é uma forma rapida e imediata de comunicação das tuas ideias / Fuckquartaparede: por isso perguntei se o podia fazer, mas nao vai ser amanha / The Curator: que são elas já de si muito terroristas / The Curator: a minha duvida é em relação à frase / Fuckquartaparede: tenho que o justificar, ate para mim / Fuckquartaparede: entao estou a procura / The Curator: eu posso ajudar-te / Fuckquartaparede: amanha posso chegar a conclusao de que nao estou a pensar correctamente / The Curator: tu fizeste um bom exercicio / The Curator: estás a pensar correctamente / The Curator: só falhas mesmo no finalzinho / Fuckquartaparede: é a puta da conclusao / The Curator: que é perfeitamente normal / Fuckquartaparede: eheh /The Curator: é quando ficamos naquela situação vertiginosa de pensar: mas entao é só isto? / The Curator: se calhar é! / The Curator: ou seja, tu fazes um exercicio de sistematização de quartas paredes /The Curator: n te precipites, pensa de acordo com o dogma / The Curator: tu fazes um trabalho de classificação, sistematização, que nasce da tua ideia original / The Curator: decides fazê-lo porque é a coisa mais imediata que podes fazer / The Curator: e bem / The Curator: ou seja, delimitar o teu campo de trabalho e defini-lo / The Curator: daí teres procurado mais paredes que não só a do teatro / The Curator: tudo isto está certissimo / Fuckquartaparede: sim / The Curator: passo seguinte: comunicar isto de uma forma que seja evidente e imediata tb.
The Curator: explica-me tudo / Fuckquartaparede: isto foi algo que me surgiu hoje, ainda estou a estudar, porque tenho que fundamentar isto, como é obvio. / Fuckquartaparede: eu andei a investigar os varios tipos de parede que temos / The Curator: boa! / The Curator: isso parece-me certeiro /Fuckquartaparede: quer no mundo do espectaculo, como no teu quotidiano, certo? /The Curator: sim /The Curator: isso acho bem /começar pelo obvio e evidente / Fuckquartaparede: as paredes que temos no dia a dia, condicionam o teu papel de espectador inclusive / The Curator: n acho bem bem deixo de achar, está certo / The Curator: e é isso que interessa: está certo / Fuckquartaparede: sim, tambem ando a investigar os diferentes tipos de espectadores, mediante as paredes que dai advem / The Curator: ok / The Curator: mais complexo, mas certeiro tb / Fuckquartaparede: um espectador poetico por exemplo, nao ve uma parede de betao num espectaculo, como a sua visao do mundo é poetica/romantica, ve apenas uma parede de tecido que se vai esvoaçando ja que se deixa ir na vibraçao do espectaculo / Fuckquartaparede: ja o ceptico, ve uma parede de betao, porque nao acredita /The Curator: loooool /The Curator: escreve isso / Fuckquartaparede: sim / The Curator: e põe no blog / Fuckquartaparede: ou seja, sendo a quarta parede imaginaria, a sua densidade e complexidade esta sempre dependente do tipo de espectador qe a cria / The Curator: ok / Fuckquartaparede: estou a ser filha do dogma? /The Curator: até agora sim /The Curator: quero perceber é como chegas ao stencil / Fuckquartaparede: eu descobri que o especatdor prequiçoso, é o pior, porque tem a parede de aço, esse fica em casa / Fuckquartaparede: a ver o que? / Fuckquartaparede: televisao / The Curator: ui / Fuckquartaparede: ai temos uma quarta parede concreta / The Curator: e daí o stencil? / Fuckquartaparede: tambem / The Curator: é que isso já me parece muito rebuscado / Fuckquartaparede: ainda nao consegui simplificar isto / The Curator: a ideia de partires para uma ideia de intervenção urbana não está errada / Fuckquartaparede: eu sei senhor curator / The Curator: é uma forma rapida e imediata de comunicação das tuas ideias / Fuckquartaparede: por isso perguntei se o podia fazer, mas nao vai ser amanha / The Curator: que são elas já de si muito terroristas / The Curator: a minha duvida é em relação à frase / Fuckquartaparede: tenho que o justificar, ate para mim / Fuckquartaparede: entao estou a procura / The Curator: eu posso ajudar-te / Fuckquartaparede: amanha posso chegar a conclusao de que nao estou a pensar correctamente / The Curator: tu fizeste um bom exercicio / The Curator: estás a pensar correctamente / The Curator: só falhas mesmo no finalzinho / Fuckquartaparede: é a puta da conclusao / The Curator: que é perfeitamente normal / Fuckquartaparede: eheh /The Curator: é quando ficamos naquela situação vertiginosa de pensar: mas entao é só isto? / The Curator: se calhar é! / The Curator: ou seja, tu fazes um exercicio de sistematização de quartas paredes /The Curator: n te precipites, pensa de acordo com o dogma / The Curator: tu fazes um trabalho de classificação, sistematização, que nasce da tua ideia original / The Curator: decides fazê-lo porque é a coisa mais imediata que podes fazer / The Curator: e bem / The Curator: ou seja, delimitar o teu campo de trabalho e defini-lo / The Curator: daí teres procurado mais paredes que não só a do teatro / The Curator: tudo isto está certissimo / Fuckquartaparede: sim / The Curator: passo seguinte: comunicar isto de uma forma que seja evidente e imediata tb.
Primeiras impressões, em busca da Parede
domingo, 9 de setembro de 2007
Statement
Eu, Criadora Joana Vaz, comprometo-me a cumprir, ao longo de todas as fases do meu processo de trabalho, as seguintes regras, obrigações e interdições, que o 'Dogma 2005' contempla e às quais terei que submeter o meu projecto.
Assinado:
Joana Vaz
( em representação, FuckQuartaParede - Projecto Dogma )
Assinado:
Joana Vaz
( em representação, FuckQuartaParede - Projecto Dogma )
DOGMA
O que é um Projecto Dogma?
www.dogma05.blogspot.com
Não precisa de ter vergonha, afinal ninguém o está a ver, pode clicar sem qualquer pudor.
O Dogma espera por si.

Não precisa de ter vergonha, afinal ninguém o está a ver, pode clicar sem qualquer pudor.
O Dogma espera por si.
sábado, 8 de setembro de 2007
Os Dez Mandamentos do Teatro
1. Amar o teatro sobre todas as coisas.
2. Não tomar o seu santo nome, Actor, em vão.
3. Guardar sextas e sábados para louvar o santo exercício de expectante.
4. Honrarás e submeter-te-ás ao director, encenador.
5. Conspirarás, não eliminarás concorrência alheia de forma visível, ou comprovada.
6. Não pecar durante o santo exercício de cena.
7. Não furtarás papeis alheios.
8. Não levantarás boatos, nem quadrilhices.
9. Não desejarás; material corpóreo, absorver alimentos, propagar a leveza de bexiga, ou a defecação, até o santo ensaio terminar.
10. Não cobiçar o espelho de 1.80m x 2m, a maquina de café, e a 'chaise longue' do camarim principal.
by Fuckquartaparede
2. Não tomar o seu santo nome, Actor, em vão.
3. Guardar sextas e sábados para louvar o santo exercício de expectante.
4. Honrarás e submeter-te-ás ao director, encenador.
5. Conspirarás, não eliminarás concorrência alheia de forma visível, ou comprovada.
6. Não pecar durante o santo exercício de cena.
7. Não furtarás papeis alheios.
8. Não levantarás boatos, nem quadrilhices.
9. Não desejarás; material corpóreo, absorver alimentos, propagar a leveza de bexiga, ou a defecação, até o santo ensaio terminar.
10. Não cobiçar o espelho de 1.80m x 2m, a maquina de café, e a 'chaise longue' do camarim principal.
by Fuckquartaparede
' A Preparação do Ator ', Constatin Stanislavski
Capitulo XVI, 'No limiar do subconsciente', pág. 364.
" O nosso tipo de criatividade é a concepção e o nascimento de um novo ser: a pessoa no papel. É um ato natural, semelhante ao nascimento de um ser humano. Se seguirem cada coisa que se passa na alma do ator durante o período em que ele se põe a viver seu papel, concordarão que minha analogia é justa. Cada imagem dramática e artística criada em cena é única e, exatamente como acontece na natureza, não pode ser repetida.
Como com os seres humanos, há uma fase embriônica, análoga. No processo criador há o pai, que é o autor da peça; a mãe, o ator, prenhe do papel, e a criança, o papel que vai nascer.
Há a fase inicial, quando o ator começa a conhecer seu papel. Depois ficamos mais íntimos, brigam, fazem as pazes, casam-se e concebem. Nisso tudo o diretor vai ajudando o processo, feito uma espécie de casamenteiro.
Os atores, nesta fase, são influenciados por seus papéis, que lhes afetam a vida cotidiana. A propósito, o período de gestação de um papel é pelo menos tão prolongado como o de um ser humano e, freqüentemente, muito mais demorado. Se analisarem esse processo, ficarão convencidos de que a natureza orgânica é regida por leis, quer esteja criando um novo fenômeno biologicamente, quer imaginativamente.
Vocês só poderão se extraviar se não compreenderem essa verdade; se não tiverem confiança na natureza; se tentarem inventar novos príncipios, novas bases, nova arte. As leis da natureza se impõem a todos. Ai de quem as infrigir!"
" O nosso tipo de criatividade é a concepção e o nascimento de um novo ser: a pessoa no papel. É um ato natural, semelhante ao nascimento de um ser humano. Se seguirem cada coisa que se passa na alma do ator durante o período em que ele se põe a viver seu papel, concordarão que minha analogia é justa. Cada imagem dramática e artística criada em cena é única e, exatamente como acontece na natureza, não pode ser repetida.
Como com os seres humanos, há uma fase embriônica, análoga. No processo criador há o pai, que é o autor da peça; a mãe, o ator, prenhe do papel, e a criança, o papel que vai nascer.
Há a fase inicial, quando o ator começa a conhecer seu papel. Depois ficamos mais íntimos, brigam, fazem as pazes, casam-se e concebem. Nisso tudo o diretor vai ajudando o processo, feito uma espécie de casamenteiro.
Os atores, nesta fase, são influenciados por seus papéis, que lhes afetam a vida cotidiana. A propósito, o período de gestação de um papel é pelo menos tão prolongado como o de um ser humano e, freqüentemente, muito mais demorado. Se analisarem esse processo, ficarão convencidos de que a natureza orgânica é regida por leis, quer esteja criando um novo fenômeno biologicamente, quer imaginativamente.
Vocês só poderão se extraviar se não compreenderem essa verdade; se não tiverem confiança na natureza; se tentarem inventar novos príncipios, novas bases, nova arte. As leis da natureza se impõem a todos. Ai de quem as infrigir!"
Olá, eu sou a Joana
Joana Alexandra Vaz Gonçalves de baptismo, Joana Vaz de artístico, e sou da Vila da Lousã.
Quando tinha 5 anos queria ser bióloga e nadar com os golfinhos, aos 8 anos queria ser pianista, mas ainda queria nadar com os golfinhos, ao perfazer 12 anos descobri que existiam mamíferos maiores, e decidi nadar com orcas.
Aos 16 anos, queria cantar, mas a minha voz era interior, estudando a área cientifica descubro a beleza da ebulição, e das partículas químicas, então decido ir cantar para as orcas, e me encontrar na beleza da química.
Como não encontrei orcas na serra da Lousã cantei para mim, e para amigos, e decidi estudar a minha voz que cantava, e o jazz que a acompanhava.
A química não se encontrava no jazz, então decido que vou nadar para a musica, mas a musica não me deu livre passe para me banhar.
Aos 23 anos decido encontrar a minha voz, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, e nadar com o teatro.
Encontrei a voz, dei umas braçadas no teatro, e encontrei uma actriz durante a cantoria e as braçadas.
Aos 25 anos decidi que queria nadar, queria cantar, voar, criar.
Aos 26 anos, decido que sou criadora, performer, e que vou voar para Berlim.
Olá, eu sou a Joana.
Quando tinha 5 anos queria ser bióloga e nadar com os golfinhos, aos 8 anos queria ser pianista, mas ainda queria nadar com os golfinhos, ao perfazer 12 anos descobri que existiam mamíferos maiores, e decidi nadar com orcas.
Aos 16 anos, queria cantar, mas a minha voz era interior, estudando a área cientifica descubro a beleza da ebulição, e das partículas químicas, então decido ir cantar para as orcas, e me encontrar na beleza da química.
Como não encontrei orcas na serra da Lousã cantei para mim, e para amigos, e decidi estudar a minha voz que cantava, e o jazz que a acompanhava.
A química não se encontrava no jazz, então decido que vou nadar para a musica, mas a musica não me deu livre passe para me banhar.
Aos 23 anos decido encontrar a minha voz, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, e nadar com o teatro.
Encontrei a voz, dei umas braçadas no teatro, e encontrei uma actriz durante a cantoria e as braçadas.
Aos 25 anos decidi que queria nadar, queria cantar, voar, criar.
Aos 26 anos, decido que sou criadora, performer, e que vou voar para Berlim.
Olá, eu sou a Joana.
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